Contabilidade para delivery / dark kitchen em São Paulo
Dark kitchen é 100% app. Sem salão, são o ICMS do delivery e a taxa de plataforma que decidem seu lucro.
Eu acerto o ICMS sobre delivery e o tratamento das comissões — o que mais pesa na sua operação.
Em São Paulo, a alíquota interna geral do ICMS é de 18% e não há um benefício setorial de refeições equivalente ao do Rio. Para delivery / dark kitchen, que vive de delivery, o que reduz imposto não é um benefício setorial e sim a classificação correta de cada item do cardápio e a escolha do regime — além de atenção ao ICMS nas operações para outras cidades.
Operações de delivery e dark kitchen nasceram digitais e carregam particularidades fiscais que cozinha de rua não tem: comissão de aplicativo, múltiplas marcas no mesmo CNPJ e, principalmente, vendas que cruzam municípios e estados.
Quando a entrega atravessa a fronteira do estado, entram regras de alíquota interestadual e DIFAL; dentro do estado, vale o tratamento local da refeição. Tributar a comissão do app como receita própria é um erro comum que infla a base. No Simples (Anexo I), registrar e segregar cada canal corretamente é o que mantém o imposto no lugar certo.
- Tributar a comissão dos aplicativos como receita própria, aumentando a base indevidamente.
- Ignorar DIFAL e alíquota interestadual nas entregas que cruzam o estado.
- Operar várias marcas no mesmo CNPJ sem separar as receitas de cada uma.
São Paulo tem a maior e mais competitiva cena gastronômica do país, mas não oferece um benefício setorial de refeições equivalente ao do Rio: a alíquota interna geral do ICMS é de 18%. Isso significa que, em SP, a economia fiscal não vem de um incentivo pronto — vem de método.
O que define quanto um restaurante paulistano paga é a classificação correta de cada item do cardápio e a escolha acertada do regime tributário. Separar refeição preparada, bebida fria (já tributada por ICMS-ST e monofásico) e serviço é o que ajusta a base do Simples e evita pagar a mais.
Como em todo o país, o calendário de DAS, FGTS, INSS/DCTFWeb e salários precisa rodar no prazo — atraso vira multa e juros Selic. Em SP, onde a margem é disputada metro a metro, gestão fiscal afiada é diferencial competitivo, não detalhe.
- Classificação fiscal do cardápio da sua delivery / dark kitchen, item a item
- Segregação de receitas (refeição, bebida fria com ICMS-ST e monofásico, serviço)
- Comparação de regimes (Simples, Presumido, Real) com os seus números reais
- Apuração e entrega das obrigações mensais (DAS, FGTS, INSS/DCTFWeb)
- Folha de pagamento e pró-labore
- Acompanhamento da transição da Reforma Tributária (IBS, CBS, split payment)
Sérgio Fernandes, o Contador dos Restaurantes
Contador e advogado — e, antes disso, gente de food service. Lê o seu negócio com três lentes (contador, advogado e dono de restaurante) e enxerga a brecha que o contador comum não vê, em São Paulo. Menos imposto, dentro da lei, sem juridiquês.
Conhecer a SALT →Perguntas frequentes — delivery / dark kitchen em São Paulo
A SALT atende delivery / dark kitchen em São Paulo?
Sim. A SALT é especialista em food service e atende delivery / dark kitchen em São Paulo/SP, com atendimento digital e domínio das regras fiscais do estado.
Quanto de imposto uma delivery / dark kitchen paga em São Paulo?
Depende do regime e da classificação do cardápio. Em São Paulo, a alíquota interna geral do ICMS é de 18% e não há um benefício setorial de refeições equivalente ao do Rio. Por isso, no food service paulistano, o que define o imposto é a classificação correta de cada item do cardápio e a escolha do regime tributário — é onde a economia legal realmente acontece.
Qual o melhor regime para delivery / dark kitchen em São Paulo?
Na maioria dos casos o Simples Nacional (Anexo I), mas só comparando com o seu faturamento, margem e folha dá pra ter certeza — a SALT simula isso para a sua delivery / dark kitchen.
Como começar com a SALT em São Paulo?
Manda o cardápio no WhatsApp. A SALT devolve um diagnóstico do quanto a sua delivery / dark kitchen pode economizar, sem custo.
